Redação
Apesar de não ser obrigatório em algumas graduações, o estágio é essencial para a formação profissional.
Grande parte dos conhecimentos apreendidos numa graduação é adquirida por meio de metodologias de ensino em sala de aula. Entretanto, teorias, exemplos e estudos de casos ainda não são suficientes para qualificar o estudante e torná-lo apto à competitividade no mercado de trabalho. A aplicação desses conhecimentos na prática, geralmente, acontece nos estágios.
Muitos estudantes deixam essa etapa da vivência acadêmica para o último ano, quando a atividade é obrigatória na grade curricular; outros nem sequer se preocupam em passar por ela. Os motivos que justificam esse comportamento podem estar ligados à própria metodologia de ensino, que em muitos casos se restringe à transmissão de teorias.
A oferta de vagas para estágio é cada vez mais crescente entre as empresas, sejam públicas ou privadas. Os empresários buscam outras estratégias para recrutar pessoal qualificado, de forma a não resumir essa seleção em poucos minutos de entrevistas e testes teóricos e práticos. Isso permite a possibilidade de muitos estudantes que atuam como estagiários a serem efetivados nas atuais empresas onde estão. Em órgãos públicos, a exigência de prestar concurso não possibilita a efetivação por meio do estágio, mas já garante uma experiência significativa para a carreira profissional.
Existem, no entanto, outros aspectos para serem discutidos a respeito dos estágios. Nem sempre as atividades destinadas aos estagiários condizem à formação destes. Acontece que em alguns casos a procura da empresa é por mão de obra barata e não por um processo de desenvolvimento profissional dentro da cultura da organização. Porém, independente disso, é parte do papel do estudante explorar todo o ambiente de trabalho e pôr em prática as ações interdisciplinares e/ou transdisciplinares praticadas na academia, uma forma de aproveitar quaisquer oportunidades de aprender algo.
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